19 janeiro 2010

E-Book: o livro digital

E-book define-se como um livro que pode ser consultado através do acesso ao computador ou ao telemóvel. Disponível na Internet, é de fácil acesso e de baixo custo ou mesmo gratuito.
A sua portabilidade é a principal vantagem que o torna atractivo. Existem softwares próprios para leitura de e-books, em tempo real, sem sotaques robotizados e, que ainda, convertem a leitura em mídia sonora, como o MP3 - audiobooks.
Um livro digital também é abrangido pelos direitos de autor, evitando plágios e outras cópias.
Hoje em dia, tem-se mostrado, cada vez mais, uma opção viável.


Por Mafalda Ferreira
36680 Ciências da Comunicação, 2º ano

E-motion NOKIA

A Nokia apresentou o protótipo de um telemóvel ultra-fino e totalmente flexível,
desenhado por um designer turco. Este é completamente diferente de tudo aquilo
que conhecemos como telemóvel, o 888 vem equipado com ecrã táctil, reconhecimento
de voz, bateria líquida e também um conceito a que a Nokia chamou e-motion.
A mesma permite que o utilizador ao dobrar o telefone na forma que quiser e enviar
uma mensagem, ao ser recebida a mensagem o 888 do receptor adopta automaticamente
a forma que lhe foi enviada.

Incrivel não?? Parece mesmo não haver limites para a tecnologia...

Leila Mestre, 1º ano de Educação Social

Dispositivos de Armazenamento

A nossa sociedade está integrada nas tecnologias da informação e da comunicação e cada vez mais para correspondermos aos desafios do quotidiano temos de utilizar memórias que sejam capazes de guardar com segurança toda a informação. Os avanços da tecnologia já nos deram a conhecer vários diapositivos de armazenamento de informação electrónica. São eles a memória do computador, as disquetes, os Cd’s, os Dvd’s, as pen’s, os discos externos e disco rígido, Dvd’s doble layer, mais recentemente os blu-ray disc, entre outros.
O pensam desta temática, qual o dispositivo que usam mais e quais os que acham mais seguro?

Lénia Maria, nº36676, 2ºano Ciências da Comunicação

Gestão Electrónica de Documentos

Antigamente era necessário arquivar os documentos produzidos por uma organização, por exemplo, em pastas, dossiers… As empresas ficavam com os documentos organizados em armários ou estantes. Actualmente já podemos gerir, controlar, e disponibilizar toda essa informação, para que vários elementos de uma empresa possam a aceder a essa informação, através de meios informáticos.
Há quem prefira o arquivo de documentos antigo e, que prefira o moderno, cada um tem as suas vantagens e desvantagens.
O primeiro é bom porque as empresas, normalmente preferem ficar com cópias originais de certos documentos, ou mesmo em termos jurídicos um documento electrónico pode não ter a mesma credibilidade um documento escrito. Uma mudança de software pode tornar um ficheiro electrónico inacessível, e o custo inicialmente é mais elevado do que o arquivo em papéis. Mas por outro lado a gestão electrónica de documentos disponibiliza um rápido acesso à informação, permite controlar a informação, os custos a médio e longo prazo são mais elevados. A segurança é um ponto a favor da gestão electrónica de documentos que têm dispositivos de segurança, que protege a informação de acessos não autorizados e permite a recuperação fácil dos documentos como num caso de um incêndio através de metodologias de “Backup” ou “Disaster Recover”.
Qual das formas de gestão documental preferiria se abrisse uma empresa?

Lénia Maria nº 36676, 2 º ano Ciências da Comunicação

Redes Sociais

As redes sociais têm vindo a surgir com evolução da internet, actualmente já conhecemos o Messenger, o Hi5, o Faceboock, os Blogues, o Twitter…
Estas redes unem indivíduos por partilharem os mesmos interesses, sejam profissionais, ou lúdicos. Os seguidores destas redes podem ser amigos, familiares, colegas, ou simplesmente pessoas que se interessem e tenham ideias comuns a uma pessoa, ou entidade.
As telecomunicações e, neste caso focando-me nas redes sociais trazem privilégios para a sociedade tão bons como comunicar e trocar ideias com pessoas que estão do outro lado do mundo.
No entanto, há quem defenda que as redes sociais podem trazer alguns problemas para a sociedade. Desde o ser humano se começar a isolar, em vez de privilegiar a comunicação interpessoal, dá maior importância a comunicação através das tecnologias. Também existem problemas graves de deturpação de informações que as pessoas publicam nas redes sociais.
Eu em particular, prefiro a comunicação face - a - face, o que não quer dizer que não use algumas das redes sociais, mas cada um deve saber encontrar um equilíbrio e saber tirar o proveito necessário dos benefícios que as redes sociais nos oferecem, sem deixar de lado a comunicação interpessoal.

Lénia Maria nº36676 2º ano de Ciências da Comunicação

Explosão da Comunicação


O livro «Explosão da comunicação», é um livro que recomendo desde já, porque explica muito bem toda a evolução da comunicação.
No último capitulo, fala bastante sobre toda a temática deste blogue «importância da tecnologia na sociedade que vivemos». Os autores do livro Philippe Breton e Serge Proulx De façon claire et synthétique, avec de nombreux exemples, ses auteurs font le point des grands débats sur le sujet, proposent une cartographie des grandes théories dans le champ de la communication, analysent les compétences communicationnelles nécessaires dans le monde d'aujourd'hufazem prospectivas de como iriam ser os meios de tecnologias da informação e da comunicação, o que iria surgir de avanços tecnológicos e que hoje em dia verificamos que aconteceram, como o surgimento da televisão digital, das auto-estradas da comunicação etc.
O livro brinda-nos no final com um leque de questões acerca do futuro da humanidade estando a evidenciar-se a comunicação como o centro do tudo.
Para quem estiver interessado a aprofundar os estudos em comunicação penso que é a obra ideal.

Lénia Maria nº36676, 2º ano Ciências da Comunicação

18 janeiro 2010

Tecnologia e Sociedade

A nossa sociedade está mergulhada num consumo tecnológico,
O computador, o telemóvel, o iphone, a internet, são factores que dominam não só o mercado enquanto produtos mas são também extensões das próprias pessoas, dominantes no dia-a-dia comum.
Cabe a cada utilizador saber filtrar as convencionalidades da tecnologia, tendo em conta o seu poder e as suas limitações. A sociedade não deveria ser absorvida por uma rede tecnológica cada vez mais abrangente, adequando-se à sua comlexidade, deve sim, interiorizá-la e adequando-a às suas necessidades.
É preciso ter uma atitude crítica, sem cair num consumo tecnológico gigante. Cada pessoa deve olhar em todas as direcções e não apenas e somente através do encrán.
Daniel Lopes
36668 Ciências da Comunicação